quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

Produtos de cabelos: Parabeno, Pretolatum, Silicones insolúveis e Sulfato de sódio. Até que ponto eles fazem mal para nossas madeixas?

Olá gente! Além de moda, sou A LOUCA em produtos de beleza. Sempre gostei muito, faço alguns trabalhos como maquiadora e, desde que comecei a trabalhar na empresa The Beauty Box (do grupo O Boticário) – foi uma das melhores empresas que trabalhei na vida! – aprendi muito mais sobre produtos de beleza em geral.
Como eu assisto MUITOS Vlogs no You Tube, fico sempre antenada com os lançamentos mundiais de produtos de beleza. Mas, eu sinto muita falta de uma melhor descrição dos produtos, principalmente sobre os de cabelos, pois cada tipo de cabelo pede um cuidado específico.
Então vamos lá: Meu cabelo tem química (luzes) e, percebi que ao longo do tempo, dependendo do tipo de produto de cabelo que uso, meu cabelo fica mais oleoso, ou mais quebradiço e sem vida. Essa técnica que evita uso de produtos com esses componentes se chama LOW POO e NO POO (pouca ou sem espuma)
O Sulfato, o sódio é o componente que produz a espuma no cabelo. Eles são usados para remover melhor impurezas e também os silicones insolúveis do condicionador, ou seja, xampus de mercado que estão escritos “sem sal!” e faz espuma, pode ter certeza que contém sal!

Seu cabelo fica sedoso, brilhante quando acaba de lavar, mas depois de um dia ele fica pesado ou oleoso, ele têm silicones insolúveis! Uma vez que o silicone, serve como uma “capa” protetora dos fios, mas assim como não permite que a hidratação saia, também não entra agentes hidratantes.

O Parabeno, são derivados de óleos minerais, ou seja, base de petróleo (Juro!). O que eles fazem? Maquiagem superficial ao cabelo. Mesma função dos silicones insolúveis.

Para ter certeza que os produtos para cabelo que você compra não tem esses componentes, é só ler os ingredientes na parte de trás da embalagem. Aqui estão os termos técnicos para esse
A maior preocupação com esses componentes iniciou em cabelos crespos pois eles impediam a melhor hidratação e removia a forma natural dos cabelos. Mas com o tempo, percebeu-se que cabelo com química, também precisava de um cuidado específico.
Função de cada componente:
Lista de Silicones Insolúveis: Trimethylsilylamodimethicone, Amodimethicone, Cyclopentasiloxane, Cyclomethicone, Dimethicone, Cetyl Dimethicone, Cetearyl Methicone, Dimethiconol, Stearyl Dimethicone, Phenyl Trimethicone, Simethicone, Polydimethylsiloxane, Methicone, Dimethylpolysiloxane.
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Lista de Óleos Minerais: Petrolatum/petrolato, Mineral Oil/óleo mineral, Parafinum Liquid/parafina líquida, Vaselina, isoparafina e isododecane.
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Lista de Sulfatos Fortes: Sodium Laureth Sulfate, Sodium Myreth Sulfate, Sodium Lauryl Sulfate, Ammonium Lauryl Sulfate, Ammonium Laureth Sulfate, Sodium C14-16 Olefin Sulfonate, TEA Lauryl Sulfate, TEA-dodecylbenzenesulfonate, Sodium Alkylbenzene Sulfonate, Ammonium or Sodium Xylenesulfonate. (Evitados no e Low Poo)
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Lista de Sulfatos Fracos: Sodium Cocyl Isethionate, Sodium Lauryl Sulfoacetate, Sodium Socoyl (or lauryl/lauroyl) Sarcosinate, Ethyl PEG-15 Cocamine Sulfate, Dioctyl Sodium Sulfosuccinate, Sodium Lauryl Glucose Carboxylate, Methyl Cocoyl or Lauryl Taurate - mild, derived from coconut fatty acids, Sodium Cocoyl Glycinate. (Esporadicamente utilizados do Low Poo)
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Substância "mágica" que limpa as silicones insolúveis sem agredir muito o cabelo: Cocoamidopropyl betaine. Também pode ser encontrado como: Cocobetaine , Cocamidopropyl Betaine, Cocabetaine e cocoamphopropionate.

Nesse site, eu encontrei algumas marcas que seguem essa linha do Low Poo e No Poo:
Eu tenho usado a Linha da Schwarzkopf Q10 e, senti muita diferença... Vale a pena testar!

Muito do que foi escrito aqui, usei como embasamento o vlog da Mari Morena que é uma adepta do uso No POO e Low POO.
Assistam o vídeo dela!




Se vocês gostaram deste post, me avisem para eu publicar mais opções desse estilo!

segunda-feira, 30 de novembro de 2015

Preconceito no comercio – A culpa é do vendedor ou da empresa?

Perante algumas pesquisas sobre o preconceito que clientes e vendedores sofrem no estabelecimento comercial, achei interessante escrever esse pequeno artigo dando o parecer pessoal por ter a experiência dos dois lados da moeda.
Empresas de qualquer porte que seja, sempre prezam em contratar funcionários, atendentes, curadores, vendedores –seja lá qual a forma de se nominar o cargo que ao final de tudo não passa de uma semântica para “vendedor” – que atendam bem, tenham uma postura física e psicológica no mínimo satisfatória para ser considerado elegível ao cargo oferecido.
Uma vez contratado, no caso de empresas medias e grandes, há o investimento de treinamentos intensivos, estímulo a sempre colocar em prática tudo que foi constantemente ensinado ao funcionário. Já em empresas de micro e pequeno porte, há o treinamento “caseiro” no qual o que o proprietário da empresa aprendeu em cursos, passam pessoalmente para seus funcionários como forma de redução de gastos de não ter que pagar por treinamentos melhores qualificados.
Uma observação – que irá causar um certo reboliço, imagino – é que a educação no Brasil, em especial para quem não consegue ter o benefício de estudar em escolas particulares, é bem limitado, uma vez que muitos desses alunos tem um meio social, familiar que preza muito mais em trabalho e até uma certa “preguiça” em ter de se desdobrar entre trabalho e estudo; afinal, caderno não paga as contas no fim do mês (pena que eles se enganam).
Então, por mais que se dê um treinamento, será que eles poderão ser tão formais em seus locais de trabalho e ao mesmo tempo viver uma vida diária que pede o mínimo de formalidade?
As empresas buscam excelência em atendimento seja QUALQUER cliente que esteja atendendo, seja aquela pessoa extremamente humilde que quer apenas conhecer produtos diferentes; seja aquela outra cliente que frequenta e não tem dó de usar o cartão de crédito/débito. Em contraponto, essas mesmas empresas, há exigências de metas altíssimas a ser atingida custe o que custar (se não, não ganha salário melhor), estimulando o vendedor a aumentar rapidamente a rotatividade de clientes, diminuindo a qualidade de atendimento e até ignorando alguns consumidores pela aparência – não está bem vestido, não vai gastar – pela lógica de observação destes trabalhadores.
Chegando pelo lado de um consumidor, que também têm interesse em comprar algo, mesmo que pequeno (na visão dos vendedores) quer ter uma experiência agradável durante sua estadia no estabelecimento que escolheu entrar. O que como dito antes, nem sempre é o caso, deixando o cliente desconfortável e sem interesse de posterior retorno.
Também há aqueles clientes “difíceis de lidar que sempre entram na defensiva em estabelecimento comercial, que acabam destratando os funcionários e em alguns casos – como eu já passei como vendedora – gritando com o mesmo. O que será outro tema de post.

Para deixar a leitura mais leve, encontrei esse vídeo do “Parafernalha” no Youtube satirizando os tipos de vendedores que ficou muito engraçado. Recomendo!



quarta-feira, 18 de novembro de 2015

O que é Visual Merchandising?



O VM (Visual Merchandising) tem a função divergente entre expor e vender.
Com a função completa em projetar e assim como tembém vitrinista, manter e modificar o layout do estabelecimento. O VM visa transmitir a identidade e o conceito visual e sensorial do interior do estabelecimento até a área externa, onde os possíveis clientes passam e visualizam a vitrine.
Um cliente, identificando-se com a mesma, sentindo-se atraído e confortável do momento da entrada do estabelecimento até a finalização da compra, refletem na opção de retorno posterior, fidelização e indicações positivas ao grupo social que participa...
Mas vamos lá: Por quê os pequenos e micro empresários, são tão resistentes ao processo de contratação de um Profissional de VM?
Na “boca do povo” um Visual Merchandiser é um profissional que.... (?)
Na cidade que moro atualmente, 90% das pessoas que conversei pessoalmente NÃO SABEM (ou mal interpretam) a área de atuação desse profissional ainda incompreendido no Brasil.
As pessoas que mal interpretam dizem: - Ah! Você mexe com vitrines, né?! -
POR FAVOR!!!! Não digam que “mexemos” com vitrines!
Um processo de desenvolvimento de um VM completo vai muito além do que uma vitrine!
Nós estamos constantemente estudando o meio de comunicação, moda, notícias, tendências, economia e principalmente o meio social em que aquela específica empresa/centro comercial irá se fixar.


Se contratar um profissional de VM for comparado com uma compra de ações na Bolsa de Valores, poderia afirmar que os riscos de ganhar e perder comprando uma ação; é o mesmo que um investimento comercial próprio: tem chances de lucrar ou perder. A diferença dessa comparação é, que um investimento próprio é sempre maior a chance de lucro ao final de tudo do que apostar em oscilações financeiras mundiais que são tão efêmeras quanto a moda.